No dia 22 de fevereiro de 1973, nascia na cidade de São Paulo um jogador habilidoso que brilhou nos gramados brasileiros e fez muito sucesso no exterior: o meia Juninho Paulista.
O início da carreira profissional foi no interior, defendendo o Ituano. O craque disputou a elite do Campeonato Paulista e logo despertou as atenções dos dirigentes do São Paulo.
Juninho tinha muita velocidade e, aliado à habilidade, era um tormento para as defesas adversárias. Sob o comando do técnico Telê Santana, conquistou os primeiros títulos.
Fez parte dos elencos vencedores da Copa, da Recopa e da Supercopa Libertadores de 1993, além de integrar o time que se sagrou campeão mundial na então Copa Intercontinental.
Foi convocado para a seleção brasileira e, brilhando em um jogo contra a Inglaterra, despertou o interesse e foi contratado pelo Middlesbrough, onde ficou por duas temporadas.
Já no Atlético de Madri, foi emprestado a vários clubes. O primeiro deles foi o Vasco da Gama, onde passou a jogar ao lado de craques como Romário, Euller e Juninho Pernambucano.
Em São Januário, venceu o Campeonato Brasileiro e a Copa Mercosul em 2000. Após problemas com a diretoria, foi para o Flamengo e ganhou uma chance na seleção brasileira.
Com o técnico Luís Felipe Scolari, o meia foi pentacampeão do mundo em 2002. Logo depois, Juninho voltou ao Middlesbrough e conquistou a Copa da Liga Inglesa em 2004.
Tornou-se ídolo do clube e eleito pelo jornal “The Sun” como o melhor brasileiro com passagem pelo futebol inglês. Uma sequência de lesões, porém, atrapalhou a carreira.
Teve uma passagem curta pelo Celtic, da Escócia, e fechou com o Palmeiras. Em 2005, ajudou o clube a se classificar para a Libertadores e ganhou a Bola de Prata da “Revista Placar”.
Já em fim de carreira, Juninho voltou a vestir a camisa do Flamengo, atuou pelo Sydney FC, da Austrália, e se aposentou no Ituano, onde depois se tornou presidente.