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Roberto Rivellino

Roberto Rivellino



No dia 1º de janeiro de 1946, nascia na capital paulista o meia Roberto Rivellino, marcado para uns como o “Reizinho do Parque” e para outros como o “Curió das Laranjeiras”.

Riva iniciou a carreira profissional no Corinthians após ter sido rejeitado nas categorias de base do Palmeiras. Tornou-se um dos maiores ídolos do clube, ficando entre 1965 e 1974.

O craque se consolidou como o principal goleador do Timão, mesmo tendo enfrentado o ingrato período de jejum de títulos. Marcou 141 gols com a camisa corinthiana.

Logo se destacou pela precisão nas cobranças de falta e pelos toques rápidos na entrada da área. É considerado o inventor do “elástico”, drible que trouxe do futebol de salão.

Rivellino encarou a pressão da torcida e da imprensa, garantindo espaço até na seleção brasileira. Em 1970, foi um dos destaques do Brasil na conquista da Copa do Mundo.

Na ocasião, foi apelido pela torcida mexicana de “Patada Atômica” pelos fortes chutes a longa distância. Em 1974, vestiu a camisa 10 da seleção canarinho no Mundial.

No ano seguinte, o meia chegou às Laranjeiras e integrou a primeira e famosa “Máquina Tricolor”. Foi lá onde conquistou os primeiros títulos da carreira e também virou ídolo.

Riva jogou ao lado de craques como Felix, Paulo César Lima, Doval, Pintinho, Carlos Alberto Torres, Dirceu e Edinho. No Fluminense venceu os campeonatos cariocas de 1975 e 1976.

No exterior, conquistou os torneios de Viña Del Mar no Chile, de Paris, na França, e Teresa Herrera, na Espanha. Riva ainda atuou no Al-Hilal, clube da Arábia Saudita.